Família reunida no Lar Jequitibá

Quem já passou por aqui

O que as famílias contam

Estas histórias vieram de conversas reais — de famílias que escolheram o Lar Jequitibá e tiveram a gentileza de contar como foi.

← Voltar ao início

Relatos das famílias

Palavras de quem conhece a casa

SR

Sandra Reis

Filha — Salvador, BA

Minha mãe começou no Programa Diurno em junho e desde o começo ficou claro que a equipe a conhecia de fato. Na segunda semana, o Roberto já sabia que ela gostava do café mais escuro e que preferia sentar perto da janela na hora do almoço. Parece detalhe, mas faz toda a diferença.

Junho de 2025 · Programa Diurno

MB

Marcos Barreto

Neto — Lauro de Freitas, BA

Contratamos a Estadia de Dezoito Noites quando viajamos para a Europa com minha mãe em julho. Minha avó ficou bem. O que nos tranquilizou foi a reunião de chegada — sentamos com a Marina, explicamos tudo, e ela anotou até o nome das amigas que costumam ligar. Na volta, minha avó contou sobre o grupo de cartas como se fosse novidade boa.

Julho de 2025 · Estadia de 18 Noites

FC

Fátima Costa

Filha — Itapuã, Salvador, BA

Meu pai mora na Ala da Mesa há oito meses. Visito toda semana — às vezes de manhã, às vezes de tarde — e nunca precisei avisar antes. Isso parece simples, mas faz com que eu me sinta parte da rotina da casa. A carta mensal é o que mais gostei desde o começo: sei como foram as semanas sem precisar ligar toda hora.

Junho de 2025 · Moradia — Ala da Mesa

RA

Raquel Almeida

Sobrinha — Pituba, Salvador, BA

Quando visitei o Lar Jequitibá pela primeira vez, o que me convenceu foi o cheiro de almoço sendo preparado. Parece detalhe tolo, mas é a diferença entre um lugar que funciona e um lugar que tem vida. Minha tia foi para o Programa Diurno e ficou feliz de ter para onde ir durante a semana.

Maio de 2025 · Programa Diurno

LN

Luciana Neves

Filha — Rio Vermelho, Salvador, BA

Testamos a Estadia de Dezoito Noites antes de decidir sobre a moradia. Foi a escolha certa. Deu tempo de minha mãe conhecer a casa com calma, entender a rotina e sentir se se adaptava. No final das dezoito noites, ela não queria mais sair. Agora mora lá e parece mais em paz do que há anos.

Junho de 2025 · Estadia, depois Moradia

PO

Paulo Oliveira

Filho — Barra, Salvador, BA

Moro na Barra e passo pelo Lar Jequitibá toda semana para ver meu avô. O que me impressiona é a constância — os mesmos funcionários, o mesmo horário do almoço, o mesmo banco do quintal onde ele gosta de sentar. Para uma pessoa mais velha, rotina é segurança. Aqui ela existe de fato.

Julho de 2025 · Moradia — Ala da Mesa

Histórias em detalhe

Três famílias, três percursos

Dona Irene, 78 anos — Programa Diurno

Barra, Salvador · Desde março de 2025

O que a família buscava

Dona Irene morava com a filha, que trabalhava fora. Os dias sozinha em casa tinham ficado longos demais. A família queria um lugar com companhia e refeição durante a semana, sem tirar a Dona Irene da própria casa.

O que encontrou no Lar Jequitibá

O Programa Diurno de segunda a sexta. Café, almoço, café da tarde e as tardes de leitura que a Dona Irene logo passou a esperar. No bilhete semanal, a filha acompanhou os dias com detalhes que ela não contava em casa.

Como ficou depois

Após quatro meses, a Dona Irene passou a falar da mesa de culinária para a família no jantar. A filha conta que ela chegou em casa na primeira quinta-feira empolgada porque tinha ajudado a cortar legumes para o caldo.

"Ela foi de uma semana para outra. Na segunda semana já conhecia o nome de todo mundo."

— Filha da Dona Irene

Seu Antônio, 82 anos — Estadia e Moradia

Pituba → Barra, Salvador · Desde maio de 2025

O que a família buscava

A filha viajava a trabalho com frequência e precisava de um endereço de confiança durante as ausências. A ideia era começar pela estadia e ver como Seu Antônio se adaptava antes de tomar qualquer decisão maior.

O que encontrou no Lar Jequitibá

Estadia de dezoito noites em maio. A reunião de chegada durou quase uma hora — a filha trouxe um caderno com anotações. A equipe anotou tudo. No décimo dia, Seu Antônio estava no grupo de cartas toda tarde.

Como ficou depois

No final das dezoito noites, Seu Antônio pediu para ficar. A filha avaliou a situação e assinou o contrato da Moradia. Hoje, ela viaja mais tranquila e visita toda semana. A carta mensal é o que ela lê com mais atenção ao voltar.

"Eu vim buscar ele ao fim das dezoito noites e ele perguntou se não podia ficar."

— Filha do Seu Antônio

Dona Teresa, 76 anos — Moradia desde o início

Barra, Salvador · Desde janeiro de 2025

O que a família buscava

A família morava em São Paulo e a Dona Teresa estava sozinha em Salvador. Precisavam de um endereço com equipe presente de dia e de noite, com comunicação regular — para que a família se sentisse próxima mesmo a distância.

O que encontrou no Lar Jequitibá

Moradia na Ala da Mesa. A família viajou de São Paulo para a reunião de admissão. Ficou meio dia na casa, conheceu a equipe, almoçou junto com os moradores e foi embora mais tranquila. A carta mensal chegou no dia seis de fevereiro.

Como ficou depois

Seis meses depois, a família visita Salvador com mais frequência do que antes. O almoço familiar do primeiro domingo virou parte do planejamento das viagens. A Dona Teresa participa das tardes culturais e da saída mensal.

"A carta do mês de março me fez chorar de alívio. Soube que ela estava bem sem precisar ligar com medo de ouvir notícia ruim."

— Filho da Dona Teresa, São Paulo

Em números

O que a rotina mostra

3+

Anos com as portas abertas

+40

Famílias atendidas

4.8

Avaliação média das famílias

100%

De moradores com carta mensal

Fale com a equipe antes de decidir

  • Endereço

    Rua Direita, 1067 — Barra
    Salvador — BA, 40140-100

  • Atendimento

    Seg–Sex: 08h–18h · Sáb: 08h30–12h30

A história da sua família pode começar com uma visita

Nenhuma das famílias que estão aqui tomou decisão sem conhecer a casa primeiro. Venha tomar café e ver os espaços com calma.

Agendar Visita